- Gravação da reunião
- Senha de Acesso: scopus@usp1
- Slides da Apresentação ScienceDirect
Pesquisar neste blog
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
Webinar Scopus: Critérios para Indexação de Revistas
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
SCIENCEDIRECT para Pesquisadores e Pós-Graduandos
A Editora Elsevier disponibilizou a gravação do webinar ScienceDirect para Pesquisadores e Pós-Graduandos que aconteceu no dia 23 de setembro de 2020.
O ScienceDirect é a principal plataforma de textos completos de literatura acadêmica revisada por pares.
Acesso:
- Gravação da reunião
- Senha de Acesso: sciencedirect_usp1
- Slides da Apresentação ScienceDirect
Mensagem de Boas Festas da Divisão de Biblioteca da USP/ESALQ
A Divisão de Biblioteca
deseja a todos os seus usuários e parceiros um Natal Feliz e Seguro!
Que em 2021 seja
acelerada nossa capacidade de se reinventar, renovar e aperfeiçoar,
tornando-nos pessoas cada vez melhores!
Em meu nome, agradeço os colaboradores da Biblioteca que foram brilhantes e mantiveram e incrementaram os serviços e produtos virtuais, os projetos e a política de responsabilidade social.
Um abraço fraterno e afetuoso,
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Webinar SCIVAL para pesquisadores e pós-graduandos
A Editora Elsevier disponibilizou a gravação do webinar SciVal para pesquisadores e pós-graduando que aconteceu no dia 21 de setembro de 2020.
O SciVal é uma ferramenta que permite acesso rápido e fácil ao desempenho de pesquisas científicas em 230 nações e mais de 18.100 instituições de pesquisa em todo o mundo, bem como grupos de pesquisadores, publicações e áreas específicas de pesquisa.
Acesse:
Gravação da reunião: icmc.usp.br/e/d7a84
Senha de Acesso: scival@usp2
Slides da Apresentação SciVal: icmc.usp.br/e/3ef88
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Webinar Mendeley - Gerenciador de Referências e Citações
Saiba como gerar referências, citações e bibliografias em uma ampla gama de estilos de periódicos com apenas alguns cliques.
- Gravação da reunião: icmc.usp.br/e/bc94f
- Senha de Acesso: mendeleyusp1+
- Slides da Apresentação Mendeley: icmc.usp.br/e/4384d
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Webinar SCOPUS para Pós-Graduandos e Pesquisadores
- Gravação do treinamento: icmc.usp.br/e/4a569
- Senha: y0!E4phw
- Slides da apresentação: icmc.usp.br/e/00609
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Divisão de Biblioteca da ESALQ: suspensão do atendimento presencial para empréstimos
Em virtude da atualização do "Plano da USP para o retorno gradual das atividades presenciais", a partir de 23 de novembro de 2020 a Divisão de Biblioteca da ESALQ iniciará a suspensão do caráter compulsório do retorno presencial até que a evolução do quadro epidemiológico do Covid-19 volte a se apresentar com clareza e segurança .
Ressalta-se que a biblioteca continuará com o atendimento agendado para devoluções de materiais, em dias e horários pré-estabelecidos, via formulário online: encurtador.com.br/jtzF8.
Os empréstimos estão suspensos, sem previsão de retorno. Para outros serviços oferecidos o atendimento continuará por meio de teletrabalho.
Informações: biblioteca.esalq@usp.br
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
IV SAPEA - Apresentação on-line dos trabalhos finais da disciplina sobre Projeto de Pesquisa em Engenharia Agronômica
No dia 12 de novembro de 2020 teve início o IV SAPEA (Seminário de Apresentação do Projeto de Engenharia Agronômica) com a apresentação dos trabalhos finais da disciplina LES 0362 - Preparação do Projeto de Pesquisa em Engenharia Agronômica.
O evento é coordenado pela Profa. Rosebelly Nunes Marques do Departamento de Economia, Administração e Sociologia, em parceria com a Divisão de Biblioteca, e tem o objetivo de apresentar ao estudante os elementos constitutivos de um projeto de pesquisa e definir a base teórica e conceitual.
As apresentações, que são resultados da Disciplina LES 0362, possibilitaram aos estudantes a capacidade de elaborar o pré-projeto de Pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso, identificando os tipos de pesquisa, procedimentos e instrumentos de coleta e análise de dados qualitativos, quantitativos e mistos.
Neste ano, em virtude da pandemia, o evento aconteceu no formato virtual por meio da plataforma Google Meet, com uma programação que se encerra no dia 27 de novembro de 2020, conforme agenda disponível no site do evento: https://sites.google.com/usp.br/ivsapea/sobre
Serviço:
- Responsável: Profa. Rosebelly Nunes Marques
- Contato: rosebelly.esalq@usp.br
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Divisão de Biblioteca da ESALQ: retorno parcial ao atendimento para empréstimos e devoluções
A partir de 06 de novembro, a Divisão de Biblioteca da ESALQ iniciará o retorno parcial ao atendimento para empréstimos e devoluções, com restrição de público e mediante agendamento por meio do link: https://bit.ly/361567i .
O atendimento está restrito a 20% da capacidade de acesso e os funcionários estarão trabalhando em escala de revezamento, conforme diretrizes do "Plano da USP para o retorno gradual das atividades presenciais".
Entretanto, a Divisão de Biblioteca manterá o teletrabalho para todas as outras atividades oferecidas.
Perguntas frequentes:
Possuo empréstimos da Biblioteca do LES. Posso devolvê-los na Biblioteca Central?
Resposta: sim
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
Capacitação para pós-graduação
A Divisão de Biblioteca e o Departamento de Genética realizam no dia 06/11/2020, das 10h às 12h, via Google Meet, a capacitação para pós-graduação em:
- Estrutura das Dissertações e Teses;
- Sistema de Submissão de Teses;
- Turnitin.
Você já visitou nosso canal no Youtube?
O Youtube "Biblioteca Esalq" é mais um canal de comunicação que a Divisão de Biblioteca disponibiliza à comunidade do campus para acesso ao universo da informação científica.
Este canal permite ao visitante a visualização de uma série de vídeos sobre os produtos e serviços oferecidos pela biblioteca e, também, outros conteúdos relevantes para a pesquisa acadêmica!
Nesta semana publicamos 5 videoaulas sobre “estratégias de busca por informação e conteúdo”. Para acompanhar as publicações, basta se inscrever no canal e clicar no sino para ser avisado instantaneamente sempre que houver novidade no youtube.com/bibliotecaesalq.
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
TOI 2020 - 20/10/2020: I Simpósio Sustentabilidade, Meio Ambiente e Políticas Públicas
TOI 2020 - I Simpósio Sustentabilidade, Meio Ambiente e
Políticas Públicas
O
I Simpósio Sustentabilidade, Meio Ambiente e Políticas Públicas – um dos eixos
temáticos do VI Congresso Internacional Tecnologia e Organização da Informação
– apresenta como proposta, debater temas relacionados à formulação de Políticas
Públicas na área de Meio Ambiente e Sustentabilidade.
Inscrição: https://doity.com.br/toi2020sustentabilidade
Data:
20 de Outubro das 09h00 às 12h00
Evento
Gratuito Online via Canal do YouTube FEBAB: https://www.youtube.com/watch?v=LJxp0NISAlQ
PROGRAMAÇÃO:
09H00
- ABERTURA: Francisco Paletta, Pedro Luiz Cortes
09H15 - Pedro Roberto Jacobi - Informação e Políticas Públicas
10H00 - Laura Ceneviva - Políticas Ambientais Públicas
10H45 - Pedro Luiz Cortes - Gestão das Informações Ambientais
11H30 - CONSIDERAÇÕES FINAIS: Francisco Paletta, Laura Ceneviva, Pedro Luiz
Cortes, Pedro Roberto Jacobi
Universidade de São Paulo
Escola de Comunicações e Arte – ECA I Departamento de Informação e Cultura –
CBD
SITE VI TOI 2020 ONLINE: toi.eca.usp.br
Histórico: www.toiomtid.com.br
Publicação
Anais TOI 2020 Online: toi.eca.usp.br
até 30 dezembro 2020
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
Gravação de webinar disponível! "Tecnologia de pesquisa em ação"
|
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Elsevier compartilha lista com os títulos mais acessados nas áreas de ciências agrarias e correlatas
No dia 15 de setembro de 2020, a Editora Elsevier
compartilhou uma lista com os títulos mais acessados pelos pesquisadores da
Esalq na plataforma Science Direct nas áreas de ciências agrarias e correlatas.
“Temos acompanhado uma grande utilização dos usuários para
os conteúdos de ciências agrarias e correlatas durante o período trial da coleção
de eBooks All Access de eBooks da Elsevier”, disse Bernardo Ferraz,
Gerente de Solução de Vendas da Elsevier, em e-mail enviado para Márcia Saad,
Chefe da Biblioteca da Esalq.
Ele ressaltou a importância dos conteúdos da plataforma e que
o período de testes se encerra no dia 30 de setembro de 2020.
Confira os títulos mais acessados: http://tiny.cc/x9jwsz
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
O PRIMATA NU: II. A pele exposta e suas consequências
Autor: Adilson Dias Paschoal | Professor Titular Sênior da USP/ESALQ | E-mail: adpascho@usp.br
Bipedalismo (postura bípede), maior mobilidade e interações sociais mais apuradas tiveram influência na perda dos pelos no homem primitivo, o que vai ocorrendo ao longo de milhões de anos. Nosso ancestral mais antigo conhecido (várias espécies de Australopithecus, notadamente A. garhi), que viveu na África há cerca de 4,2 milhões de anos, era bípede, media não mais do que 1,2 m de altura, os machos podendo ser até cinquenta por cento maiores do que as fêmeas, e com a característica de ter o corpo completamente coberto por pelos densos. Por sua vez, o Homo habilis, que lhe seguiu no processo evolutivo, há 2,2 milhões de anos, tinha menos pelos no corpo. Tal espécie coexistiu, por milênios, com outros primatas bípedes, do gênero Parantropus, extintos na competição com ele (Ver figura) por não terem, como vegetarianos que eram, desenvolvido a capacidade de produzir ferramentas de pedra lascada, ossos e paus, para caçar e se defender de predadores e de grupos rivais. Embora tal habilidade tivesse sido atribuída ao H. habilis, objetos primitivos de pedra lascada foram encontrados junto de Australopithecus garhi, 2,6 milhões de anos atrás. Assim como H. habilis, o Homo erectus, surgido igualmente na África por volta de 1,8 milhão de anos, também tinha menos pelos no corpo, media de 1,3 m a 1,7 m de altura, pesava 70 kg, tinha cérebro cinquenta por cento maior do que o de seu antecessor, e apresentava dimorfismo sexual menor. A ele é atribuído o uso de fogo e a confecção de ferramentas mais elaboradas, como machados de pedra.
Convivendo com outros hominídeos (Australopithecus e Parantropus), conforme provam achados fósseis, o H. erectus conseguiu migrar para outras regiões fora da África; é dele a origem do Homo sapiens, o primata nu por excelência. Na Europa e na Ásia surge o Homo sapiens neanderthalensis há cerca de 400 mil anos. A África é o berço dos primeiros Homo sapiens sapiens, há 300 mil anos, tendo migrando depois para a Europa e Ásia entre 100 mil e 30 mil anos atrás. A competição com o H. sapiens sapiens, caçador-colhedor, de dieta variada e maior habilidade na confecção de ferramentas, levou à extinção os neandertalenses há 28 mil anos, talvez porque estes, ao contrário daqueles, eram apenas caçadores, comedores de carne, tendo dizimado seus recursos naturais de sobrevivência.
Que consequências teve a perda dos pelos do corpo, fora aquelas a que me referi no artigo anterior, é o que tratarei em seguida.
Diferentemente de todos os demais hominídeos e da maior parte dos mamíferos terrestres, o Homo sapiens sapiens tornou-se um primata nu. O uso de fogo — inicialmente para afugentar animais e se aquecer (desde o H. erectus) sendo depois utilizado para cozer alimentos —, associado à confecção de lança, para caçar e se defender, de roupas feitas com peles de animais, para a proteção do corpo nu, e de cavernas e rústicas habitações como moradias, permitiram-no colonizar todos os continentes, quentes e frios, tórridos e congelantes, espalhando-se da África para a Europa, Ásia, Oceânia e Américas. A pele exposta teve consequências dramáticas, tanto de ordem fisiológica com social.
O primeiro ponto a considerar-se é a termorregulação, ou seja, o ganho e a perda de calor do corpo. A posição ereta assumida pelos hominídeos diminuiu em 70% a incidência de raios solares no corpo humano, comparado com um animal quadrúpede de mesmo porte, reduzindo, dessa forma, a quantidade de calor recebida e de radiações perigosas, o que constituiu grande vantagem evolutiva; glândulas sudoríparas numerosas esfriam mais eficientemente o corpo sob condições de calor extremo e de intensa atividade física.
A perda de pelos, como mostrei, foi vantajosa para a espécie humana sob as condições abertas e quentes da Savana africana. Por isso, e ao contrário dos predadores mais eficientes, leões e esmilodontes (tigres dentes-de-sabre, já extintos), por exemplo, que caçam principalmente à noite, graças à boa visão noturna e pela impossibilidade de evitarem o superaquecimento do corpo durante as horas mais quentes do dia, pois densa é a pelagem do corpo, o homem caçador-colhedor, sem boa visão noturna, mas com eficiente mecanismo termoregulador, usando de instrumentos (lança e fogo) e de estratégias de caça em grupo, para os quais as presas não poderiam devolver mecanismos evolutivos de defesa em curto prazo, o homem tornou-se um caçador extraordinário e ameaçador.
Caças abundantes permitiram o crescimento da população hominídea na Savana. Rareando as presas, com aumento da competição e da rivalidade entre grupos humanos não familiares, o homem passa a lentamente estabelecer seu domínio em novos territórios da África. O Saara não constituiu obstáculo, pois este imenso deserto de hoje era coberto por densas florestas tropicais, por entre as quais corria o rio Nilo, que desaguava no Atlântico e não, como desde milhares de anos, no mar Mediterrâneo. O deserto do Saara formou-se há pelo menos dez mil anos e as migrações humanas para a Europa e Ásia deram-se milhares de anos antes. Áreas mais frias do Hemisfério Norte obrigaram ao uso de vestimentas (peles de animais) e abrigo em cavernas e habitações rudimentares, adaptações necessárias para evitar a perda de calor do corpo sem pelos (hipotermia). Corpo maior, mais robusto, como o do Homo sapiens neanderthalensis, que viveu na Eurásia por 370 mil anos, parece estar relacionado com a diminuição da superfície em relação ao volume, perdendo menos calor, como demonstrei no artigo anterior: maior volume, menor superfície.
O segundo ponto que merece destaque é a mudança da cor da pele, vantagem adquirida por seleção natural e evolução. Com menos pelo, a pele, que antes devia ser branca como a dos chipanzés, torna-se negra pela maior quantidade de melanina, evitando os perigosos raios ultravioleta, intensos no ambiente aberto da Savana africana, sendo esta talvez a mais importante das adaptações.
A colonização de novas áreas fora da África foi significativa para mudanças na cor da pele exposta. Conforme a região e o isolamento genético das populações humanas, de negra a cor da pele passa a branca, amarela e vermelha, como adaptações necessárias à sobrevivência da espécie, notadamente à produção de vitamina D. Sob a intensa radiação ultravioleta equatorial, predominante na África, a melanina em maior quantidade conferia proteção contra os raios UV, capazes de provocar cânceres de pele e outras patologias. Quando o Homo erectus deixa a África há cerca de 1,8 milhão de anos e o Homo sapiens há perto de 55.000 anos, colonizando a Eurásia, a pele escura de alto teor de melanina impedia a síntese de vitamina D pela pele (a melanina é capaz de reduzir de até 99,9% a atuação dos raios UV), de forma que a seleção natural atuou no sentido da sua despigmentação, o que tornou possível a produção de vitamina D sob condições mais setentrionais, de baixa radiação ultravioleta, evitando o raquitismo e a osteomalácia.
A quantidade de pelo remanescente no corpo humano depende da cor da pele e do sexo. Indivíduos de tez branca (“raça” branca) são os que apresentam maior quantidade de pelos desenvolvidos, notadamente os europeus morenos, máxime portugueses e espanhóis, mas também árabes e judeus; ameríndios, ou seja, indígenas americanos (“raça” vermelha) e os indivíduos de tez amarela (“raça” amarela), tais como mongóis, chineses e japoneses, são os que os têm em menor quantidade; as etnias africanas (“raça” negra) apresentam pelos em quantidade intermediária.
Homens apresentam mais pelos desenvolvidos do que as mulheres, devido à maior quantidade de testosterona. Barba, bigode, cavanhaque, costeletas e pelos no peito, costas, abdome, axilas, braços e pernas são caracteres diferenciais entre homens e mulheres, tendo forte conotação sexual, razão pela qual as mulheres os admiram no sexo oposto, mas odeiam tê-los em si, depilações sendo frequentes até mesmo em pelos que desempenham funções importantes, como as pestanas, cada vez mais finas. É interessante notar a existência de um fenômeno genético raro chamado hipertricose, em que mulheres e homens apresentam o corpo todo coberto por pelos densos, à maneira dos ancestrais da espécie humana atual. Julia Pastrana, mulher mexicana, de rosto simiesco (daí ser conhecida como “Mulher Macaco”) foi uma das mais famosas vitimas dessa doença genética; um quadro dela ainda existe no prédio do antigo Departamento de Zoologia da Esalq, sendo usado pelo professor emérito S. de Toledo Piza Jr., para fazer valer suas ideias acerca da evolução humana, tarefa muito difícil naquela época.
Um aspecto negativo, entretanto, foi considera-se a cor da pele objeto de discriminação racial, razão suficiente para que, na atualidade, o conceito de raça para a espécie humana tem sido acirradamente debatido, com a tendência de considerá-lo obsoleto. Civilizações avançadas surgiram na Europa, na África, na Ásia e nas Américas, por povos de tez branca (romanos, gregos, assírios, babilônios), parda-negra-branca (egípcios), negra (kushitas, axumitas), vermelha (astecas, maias, incas) e amarela (mongóis, chineses e japoneses), provas suficientes para se descartar a superioridade de uma raça sobre outra.
Quando a América foi descoberta em 1492 e colonizada nas décadas que se seguiram, os índios, levados à Europa como criaturas tão estranhas e desconhecidas como o abacaxi, o milho e o algodão, não foram considerados seres humanos, sendo por isso, e por outras razões, impiedosamente escravizados, assim como os negros africanos. O que desconheciam, e muitos insistem em continuar desconhecendo, é que a natureza operou, em milhões de anos, por mecanismos próprios, como faz com todos os seres viventes, no sentido de diversificar as populações humanas, como forma de garantir a sobrevivência da espécie, selecionado aquelas que melhor se ajustavam às condições ecológicas locais. Cor da pele é um desses mecanismos adaptativos que garantiu, até agora, que o ser humano pudesse viver nos mais diversos biomas e ecossistemas do nosso planeta, que não é branco nem negro, tampouco amarelo ou vermelho, mas azul, igualmente azul para todos nós seres humanos.














