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quinta-feira, 10 de março de 2022

Uma história de conquistas, parcerias e gratidão


 

Prestes a se aposentar, professor José Vicente Caixeta Filho lança dois novos projetos.

Depois de 33 anos de dedicação à docência na Esalq, em 2022 chega o ano de aposentadoria do professor José Vicente Caixeta Filho, o “Professor Caixeta”. 

Ex-diretor da Esalq na gestão 2011-2014, Caixeta é reconhecido nacional e internacionalmente por suas contribuições na área de logística agroindustrial, sendo o criador e coordenador do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial – ESALQ-LOG. 

Agora, ao completar 60 anos, Caixeta prepara a aposentadoria e se dedica a novos projetos: o primeiro é um livro, intitulado “E aí, professor Caixeta? Melhores Momentos” onde partilha sessenta marcos destes 60 anos de vida muita bem vivida. São registros emocionantes de sua história pessoal e de sua trajetória profissional que foram postados no decorrer de 2021 em seus perfis nas redes sociais, e que, agora reunidos, dão lugar a um livro resgatando os principais fatos desta caminhada. A obra tem patrocínio do grupo Esalq-Log. 

Com lançamento agendado para uma live a ser realizada no dia 16 de março, a partir das 19h30, a obra tem, também, um fim filantrópico: todos os honorários relativos aos direitos autorais obtidos com a comercialização da obra serão revertidos para os projetos sociais de uma entidade beneficente da cidade de Piracicaba, que será anunciada durante a live de lançamento. 

Mas as novidades não param por aí: além do lançamento do livro, nasce também um talk show onde Caixeta conversa com pessoas que passaram por sua trajetória e que têm histórias de vida inspiradoras para compartilhar. Trata-se do “E Aí? Toc Xou”, produção para plataformas digitais com periodicidade semanal, e da qual a primeira temporada estreia logo após o lançamento do livro. 

Vale ressaltar que as inscrições para assistir a live e participar de ambos os lançamentos é gratuita. Basta acessar o link https://bit.ly/professorcaixeta-convite e preencher o formulário online para garantir a participação. 


SERVIÇO: 

Lançamentos do livro “E aí, professor Caixeta?” e do talk show “E aí? Toc Xou” 

Dia 16 de março, 19h30, online e ao vivo 

Informações e inscrições gratuitas pelo

https://bit.ly/professorcaixeta-convite  

segunda-feira, 7 de março de 2022

Ingressantes em Engenharia Agronômica: Qual é o mal em lhes querer bem?

Divulgação

Por Prof. Evaristo Marzabal Neves


Qual é o mal em lhes mostrar que fazer o bem faz bem?

Qual o mal em lhes conscientizar que o tempo é o recurso mais escasso, perecível, bem mais valioso de nossas vidas e que saber administrá-lo com sabedoria é uma arte?

Qual o mal em alertá-los que a saúde é seu maior patrimônio e que é fundamental conservá-la de forma sadia no caminhar universitário?

Qual é o mal em afirmar que seu maior desafio é estabelecer mecanismos de autocontrole para que não se desvie em sua trajetória acadêmica?

Qual é o mal em orientá-los para a busca de seu autoconhecimento, indispensável para seu autocontrole e saúde mental, fundamental para “brecar” as ansiedades, os estresses e diminuir as possibilidades de depressão?

Qual o mal em convidá-los a participar e se envolver com ações sociais, de responsabilidade socioambiental e de solidariedade, destinando parte de seu tempo ao próximo e à natureza? É conscientizá-lo de que “A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana” (F. Kafka), ou “Nosso objetivo, principalmente nesta vida, é ajudar o próximo. E, se você não pode ajudá-lo, pelo menos tente não machucá-lo” (Dalai Lama).

Qual o mal em solicitar que tenham uma agenda e que através desta vivam o presente planejando o futuro, na busca da otimização (máxima redução) dos custos da informação e comunicação? Palavra-chave na sua formação acadêmica é PLANEJAMENTO e, saiba que: “Só planeja bem, aquele que bem conhece” (E.M.Neves)

Qual é o mal em conscientizá-los de suas responsabilidades diante da sociedade paulista que lhes fornece um ensino gratuito, privilegiado, elitizado e ainda oferece restaurante universitário com refeição subsidiada, salas de informática e acesso à internet/provedor de graça, atendimento médico, odontológico e psicológico no Campus, intercâmbios em outros países, praça esportiva no Campus, bibliotecas, auxílios alimentação, moradia, transporte e livro, curso de inglês gratuito e bolsas de apoio e de permanência, nestes três últimos, seleção com base em critérios acadêmicos e/ou socioeconômicos, e, da sociedade brasileira (alguns terão bolsas CNPq, Capes, Sesu/MEC, de intercâmbio, de permanência e outras) quando muitos que aspiram suas posições universitárias, principalmente os mais carentes socialmente, ficam a margem da gratuidade do processo de ascensão social e formação educacional universitária pública?

Vocês já imaginaram qual sua mensalidade paga pela sociedade?

Por favor, se conscientizem. Diante de uma realidade acadêmica em que há uma exagerada proteção em blindagem/redoma é o caso da sociedade que o mantem perguntar: enquanto estudante, que tipo de retorno socioambiental pode oferecer?

Por favor, se transformem de saída em “Filhos DE Luiz de Queiroz” e não meros “Filhos da Luiz de Queiroz”.

Se vocês se omitem, negligenciam, desperdiçam ou ironizam as facilidades e oportunidades oferecidas de “mão beijada” e com alto custo social, e simplesmente dizem “que se danem”, poderá haver um dia, apoiada no ditado “aqui se faz, aqui se paga”, em que numa pior na vida, ao pedir socorro ou auxilio a esta sociedade, que você desprezou e humilhou, poderá receber um “do que está reclamando?”, ou melhor: “você que se dane, seu ingrato”. Gostaria que acontecesse com você?


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Obs. Para leitura e reflexão do ingressante em Engenharia Agronômica – Disciplina: Vida Universitária e Cidadania - após leitura e reflexão de: Filho DA Luiz de Queiroz e Filho DE Luiz de Queiroz: São sinônimos?

Complementando para reflexão: De John Kennedy: Não pergunte o que o seu país pode fazer por você; Pergunte o que você pode fazer por seu país.  Para o autêntico Filho DE Luiz de Queiroz, vale: Não pergunte o que a ESALQ pode fazer por você (já faz muito). Pergunte o que você pode fazer pela ESALQ (como retorno para sua grandeza, compartilhando problemas, cooperando e ajudando nas soluções). Não se omita.

Nesta direção lembrando Olavo Bilac: Ame com fé e orgulho a terra em que nasceste! Criança! Não verás nenhum país como este! Para o genuíno Filho DE Luiz de Queiroz: Ame com fé, dedicação, empenho e orgulho a escola que escolheste. Jovem ingressante! Não verás no Brasil nenhum ensino como este.